Antes de iniciar a revisão de literatura é necessário se falar das dificuldades ou até mesmo da impossibilidade de se encontrar na literatura nacional algo novo sobre conceituação de bibliotecas especializadas. Verificou-se que durante a década de noventa os autores pouco se dedicaram ao trabalho sobre conceitos de unidades especializadas em informação, exceto no que tange as bibliotecas eletrônicas. Partindo desse princípio constatou-se que a literatura biblioteconômica brasileira é pobre de discussões conceituais sobre as bibliotecas especializadas tradicionais. Chegou-se a esta conclusão após pesquisa retrospectiva nos últimos 10 anos (1991-2000) realizada nos seguintes periódicos:
Ciência da Informação; Revista de Biblioteconomia de Brasília; Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG; Revista de Biblioteconomia e Documentação; Transinformação; Revista da ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina; Revista de Biblioteconomia do Maranhão; Perspectivas em Ciência da Informação.
Ciência da Informação; Revista de Biblioteconomia de Brasília; Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG; Revista de Biblioteconomia e Documentação; Transinformação; Revista da ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina; Revista de Biblioteconomia do Maranhão; Perspectivas em Ciência da Informação.
Maria Guilhermina da Cunha Salasário
R. ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina / v. 5 / n. 5 /2000
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