Cada uma dessas atividades teve um papel bem diferente no cotidiano da colônia:
Olaria: Foi uma das primeiras atividades a se consolidar, ainda no século XVI e com grande força nos anos 1600. Era essencial para a construção de engenhos de açúcar, igrejas e vilas, produzindo telhas, tijolos e recipientes para o cozimento do açúcar e uso doméstico.
Têxtil: A produção têxtil no século XVII era estritamente caseira e rudimentar. Produzia-se apenas o chamado "pano grosso" de algodão, voltado para vestir os trabalhadores escravizados e a população mais pobre. A Coroa portuguesa proibia a fabricação de tecidos finos para não concorrer com as importações da metrópole.
Ourivesaria: Embora existissem artesãos trabalhando com metais no século XVII, o grande ápice dos ourives no Brasil só aconteceu no século XVIII (anos 1700), impulsionado pelo Ciclo do Ouro em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
Essas práticas combinavam técnicas trazidas pelos portugueses com saberes indígenas e africanos, formando a base do trabalho manual urbano do Brasil Colônia.
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